Maior apreensão em 5 meses, droga encontrada em oficina pesou 3,4 toneladas

A droga teria saído do Paraguai e seria distribuída entre traficantes de Campo Grande

| ADRIANO FERNANDES / CAMPO GRANDE NEWS


Três dos traficantes presos na operação desta tarde. (Foto: Choque)

Pesou 3,4 toneladas a maconha apreendida pelo Choque na tarde desta segunda-feira (25) em uma oficina de pintura de veículos, no Bosque Santa Mônica. A droga teria saído do Paraguai e seria distribuída entre traficantes de Campo Grande. Esta é a maior apreensão de drogas na Capital nos últimos cinco meses e a 4ª maior do Estado.

Foram presos Wilson Monteiro, de 50 anos, que era o dono da oficina; Erildo Fernandes, de 32 anos, Luiz Carlos, de 41 e Eduardo Silva, de 42 anos. Além da maconha os policiais apreenderam um revolver calibre .38 com oito munições do mesmo calibre.

A arma encontrada pelos policiais pertencia a Wilson. Conforme o Choque o grupo também estava com uma alta quantia em dinheiro em cédulas nacionais e estrangeiras, mas o valor não foi divulgado. Uma balança de precisão e oito celulares também foram encontrados no local.

Os policiais flagraram os suspeitos no momento em que parte da droga já havia sido descarregada de um caminhão baú na oficina, por volta das 16h. Os tabletes de maconha estavam em meio a fardos de papel higiênico no caminhão. Wilson ainda tentou sair correndo, mas foi contido pelos agentes.

Erildo teria utilizado um veículo Fox para tentar deixar o local, mas também foi alcançado. Os outros dois suspeitos não resistiram a abordagem. Os quatro criminosos estão presos na Delegacia da Polícia Federal de Campo Grande.

Recordes – Está é a 4ª maior apreensão de maconha do Estado em 2020. No caso mais recente, há menos de uma semana a PRF (Polícia Rodoviária Federal) apreendeu carreta com 28 toneladas da droga em Iguatemi. No mês passado outras 4,6 toneladas foram encontradas em meio a uma carga de milho e em janeiro o DOF (Departamento de Operações de Fronteira) também havia encontrado 3,6 toneladas de maconha escondidas em um caminhão, na MS-145.



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